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Isaac Brum fala sobre conflitos entre Israel e Palestina e apresenta o trabalho do Ministério Nazarenos
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Isaac Brum no podcast Podcrê. Foto: Reprodução / YouTube.

Isaac Brum no podcast Podcrê. Foto: Reprodução / YouTube.

O líder do Ministério Nazarenos, Isaac Brum, filho da cantora Fernanda Brum e do produtor musical e cantor Emerson Pinheiro, participou recentemente do podcast Pordcrê e abordou temas sensíveis como o conflito entre Israel e Palestina, a dimensão espiritual da guerra e a atuação da igreja diante da perseguição religiosa.

Durante a entrevista, Isaac destacou que, apesar das críticas que Israel recebe por suas ações militares, o sofrimento atinge todos os lados envolvidos.

“Guerra não é bom para ninguém. Nenhum dos lados está sendo beneficiado. Israel está sofrendo, Gaza também. O que a gente quer é o fim da guerra. Que haja paz em Gaza, paz em Jerusalém, paz para todos”, afirmou.

O cantor ressaltou que o conflito não é apenas geopolítico, mas também tem raízes espirituais e históricas. Citando profecias bíblicas de Isaías, Jeremias e Zacarias, Isaac observou que confrontos envolvendo Jerusalém já eram previstos nas Escrituras. Ele também explicou a origem histórica dos palestinos, afirmando que nunca existiu oficialmente um Estado Palestino com esse nome antes do período romano, quando o imperador Tibério rebatizou a região após expulsar os judeus.

Isaac frisou que, segundo a Bíblia, o povo judeu é o povo escolhido, mas destacou que Deus também fez promessas a Ismael, origem dos povos árabes.

“Os árabes também partilham dessa promessa. Mas o povo escolhido é o povo judeu. Isso é algo que biblicamente não dá para negar”, disse.

Ministério Nazarenos: resposta à perseguição cristã

Durante a conversa, Isaac falou sobre a fundação do Ministério Nazarenos, criado em 2021 com o objetivo de “despertar, unir, fortalecer e enviar” a igreja, inspirando-se no testemunho da igreja perseguida.

O nome e o símbolo do ministério têm origem em um episódio ocorrido em 2014, quando o Estado Islâmico passou a marcar com a letra “N” (do árabe Nazarene) as casas de cristãos no Iraque e na Síria que se recusavam a pagar um imposto especial (jizya) ou a se converter ao islã.

“Se você encontrasse esse símbolo na sua casa, tinha poucas opções: fugir, se converter, pagar o imposto ou enfrentar a morte e abusos. Isso é uma realidade até hoje em regiões dominadas por regimes radicais islâmicos”, relatou Isaac.

Para ele, a missão do Nazarenos vai além da conscientização:

“Queremos despertar a igreja ocidental, que está dormindo, para a realidade do evangelho e do que nossos irmãos enfrentam ao redor do mundo”, concluiu.

Confira a entrevista completa abaixo.

Por Karlos Aires (com informações do podcast Podcrê)

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